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fudendo minha prima

13.10.2014 14:05 EDT
O que vou contar agora trata-se de caso verídico...

Quando tinha 16 anos mais ou menos, eu encontrava a minha prima nos horários de almoço da escola. Numa dessas vezes, uma sexta feira eu não a vi no almoço, mesmo assim sai com a malta para ir fazer asneiras, mas por coincidência quando voltava casa encontrei-a numa subida a caminho da sua casa, devia ser por volta de umas 6 da tarde, ela com um top branco, não me posso esquecer.

Com os peitinhos pontudinhos perguntou-me, - Levas-me a casa ? e eu respondi, - Levo!.
No caminho começou a chuver uma chuva fraquinha, o top dela ficou molhado, dava para ver os biquinhos dos peitos bem rijos e de vez em quando eu olhava para eles.
(Por dentro sentia uma enorme tesão)

Ela tapava o top para que ninguem olhasse para ela, mas eu sem vergonha olhava. (Queria aqueles peitos frios e rijos perto da minha boca)

Só que eu percebi-me que ela só tapava quando passava por alguém na rua.
(Ela queria que eu olhasse)

Nisto chegamos a sua casa, passei uma hora para me despedir dela.

Mas mesmo antes de me ir embora ela disse, - Espera uma pouquinho, entra!, eu respondi, - Não posso, tenho que me ir embora, e ela insistiu, - Só até deixar de chuviscar, e ainda eu nada podia fazer, entrei e rezei para que acontecesse o que eu dentro das minhas calças tanto queria.

Nunca tivemos pudor, sendo da mesma idade, sempre nos vimos nús, nós nos vestiamos à frente um do outro sem qualquer problema, mas naquela tarde sem conseguir entender nada (de tanto tesão que tinha por aquela garota) ela tirou o top e deixou-me ficar a ver seus lindos peitos que agora sem top, ficaram lindos demais pros meus olhos.

Fiquei admirando tudo aquilo, e de repente ela diz, - Gostou né??!! Quer mamar um pouquinho?, fiquei parvo, nunca imaginava que aquilo fosse acontecer e de um momento para o outro, tinha a minha linda prima a fazer-se a mim de um modo furtivo, de tigresa que sabia o que queria caçar, e a presa naquele momento era eu.

Nunca tinha feito com ninguém antes, só ficava a ver a minha irmã no banho, nem sabia ao certo o que fazer com tamanha perfeição nas minhas mãos, mas eu queria aquilo, então fiz como ela pediu, pus minha boca naquele peito quente e salgado.

O meu caralho ficou duro na hora.

Quando notei, ela com jeitinho já tinha posto a mão nele, nunca tinha sentido aquilo, parecia que ia rebentar com as calças de tão rijo que estava.

Sentado na cama dela, ela salta para cima de mim, ela de saia, eu conseguia tocar naquelas coxas firmes, quentes e suaves.
(Nisto trocamos beijos, beijei como nunca tinha feito antes, aquilo era tesão, loucura, muita vontade de comer aquela miúda).

Então antes de eu dizer alguma coisa e pra minha surpresa ela levanta-se e mostra o que estava escondido na sua saia, azul marinho, uniforme da escola onde ela estudava.

Ela puxa a cueca para o lado e mostra a ratinha, e pergutou, - Gostas?,
(Um arrepio tomou conta de mim ao ver tal perfeição, mas de novo para meu espanto, tal profissional, ela toca-se, mete a mão na ratinha molhada, que já escoria pelos lábios aquele mel doce que nunca mais esqueço, (deve ser por ter provado esse mel que nunca mais a esqueci e quero-a todos os dias), e pensei para mim "mas minha nossa que rata linda ela tem".

De repente ela tira as cuecas e me pede para eu lamber um pouquinho, sem saber nada, eu inocente comecei lamber, no começo tava salgado e azedo então quis parar, mas ela puxou minha cabeça contra sua rata super molhada e fechou as pernas dela impedindo qualquer fuga minha, fui obrigado a fazer um minete. Minha língua roçava nela de tudo que era lado, aquele mel mudou de gosto então eu comecei a lamber cada vez mais e ela gemia como uma louca.

(Que delicia parecia que eu estava chupando uma manga)

Depois de se vir na minha lingua ela segurou o meu caralho, mesmo cheio de goma (sabem, aquele liquido antes de nos vir-mos) ela começou a chupar, chupava como doida. Parecia uma puta experiente, então puxei a cabeça dela exactamente como ela fez comigo, e não que ela gostou, fiquei perplexo quando ela meteu o meu caralho todo na boca, até as bolas, nunca tinha sentido nada assim, que quentinho ali estava e que lingua tao aspera e deliciosa.

Depois, deitou-se na cama e ergueu a saia e pediu para que eu mete-se o caralho dentro dela (eu nem acreditava que era agora, era naquele dia que ia comer a minha prima carolina) ela estava vermelha, estava a suar muito, também estava cheia de tesão e o quarto pareci um forno.
Mas eu fiz o que ela pediu e metio todo lá dentro e ai comecou o espectaculo, apesar de meu pau não ser muito grande ela gemia muito, e na hora ela se estava a vir pediu para nunca tirar o meu caralho dela e para que eu desse com mais força, menos vezes e mais força, e nem podia imaginar o que ia acontecer. Ela tremia, gemia, gritava e puff, enquanto fazia o que ela mandava, ela soltou um esguicho tão forte, tão quente que me molhou todo. Ela revirava os olhos, maltratava as almovadas, mordia os lençois, e eu sem saber o que se passava, todo encharcado de algo que saiu daquela coisa tão perfeita que era a sua ratinha.

De seguida ela mandou-me parar e disse, - Agora é a tua vez!, mais uma vez nem sabia o que iria acontecer.

Ela começou a chupar-me o caralho de novo, mas agora era diferente, cuspia nele, enchia-o de baba, e ela continuava a tocar-se com a sua mão esquerda e deixava a direita a brincar com o meu saco das bolas.

Eu estava verdadeiramente todo, todo molhado.

Nisto ela diz, - Acho que já está pronto. (Nem podia acreditar no que ia acontecer)

Virou-se de costas para mim e ficou de quatro em cima da cama, e agora eu podia ver onde é que ela tinha mão, não era na rata que ela tinha DOIS DEDOS, era dentro daquele cuzinho gostoso que ela tinha.
( de referir que eu já tinha olhado para ela muitas vezes, mas nunca tanto como para o rabo dela, adorava-o, ela lindo, perfeito e redondinho, um espanto. Era o que mais gostava nela)

E ela diz, - Enfia-o no lugar dos meus dedos!, e eu fiz...

... nossa que delicia, a rata era humida e quente mas o cuzinho era suave e apertado, rebentei de tesão ali, queria-me vir logo mas não podia, tinha que apertar e continuar a comer o meu alvo de tentação, mas não consegui, quando parei para não me vir, ela começou a comer o meu caralho com força, batendo com aquelas nalgas lindas na minha cintura e ai eu explodi, dei-lhe com todo o esperma que havia dentro de mim, e não foi pouco. Sentia-me libertado, estava nas nuvens, foi o melhor dia da minha vida e a melhor foda que alguma vez tive, ela era uma safada profissional que brincava comigo como uma leoa brinca com a sua presa.

Tirei o meu pau bem devagar e quando saiu, tenho essa imagem até hoje na minha cabeça, vi sair o esperma daquele buraco e a escorrer para aquele pedaço de céu que era a sua ratinha, lindo, lindo, lindo...

Parecido com isto...


Depois como se nada tivesse acontecido ela deitou-se e disse, -Olha guarda segredo disto, sempre quis fazer isso contigo, sempre gostei de ti mas nada pode acontecer entre nós porque somos familia!.
Eu já nada respondi, limpei-me, vesti-me dei-lhe um ultimo beijo e sai. Sonho com aquele dia até hoje e arrependo-me de não ter aproveitado um pouco mais e o tempo passou e nada mais aconteceu, agora vejo-a apenas em festas de familia, hoje é uma mulher acho que ainda está mais perfeita que naquele dia com aquela cara de esposa dedicada, mas sempre que olho para ela lembro-me da puta que ela é de verdade e ninguém imagina, só eu e o marido sabemos o que ela é capaz de fazer para agradar.

Qualquer dia ainda ganho coragem e pergunto se ela se lembra daquele dia, porque eu jamais o esqueci...


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