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evan - Newest pictures Girls Woman Western
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†₪†»Entrevista: Amy Lee(Evanescence)para Revista K

Sobre uma garota Quatro anos atrás, o Evanescence
parecia desaparecer sem vestígio.
Depois de passar o tempo
aprendendo harpa e escolhendo
cortinas, Amy Lee está de volta. E ela
começou gostando dela mesma… “Acredite, isso não é engraçado”, diz
Amy Lee sobre nossa entrevista até
agora. “É horrível”, ela continua. Isso não era a saudação que Kerrang!
estava procurando imediatamente
após entrar na entrevista, e muito
menos antes que nós ainda tínhamos
uma chance adequada para dizer Olá.
Amy está sentada em frente da K em um escritório de vidro absurdamente
limpo localizado na sede de sua
gravadora em West London. Ela não
está fazendo contato visual e ela
parece irritada. A entrevista parece ter
acabado antes mesmo de ter começado. Desculpa pessoal –
acontece que podemos não estar
recebendo a história do regresso
triunfante do Evanescence depois de
tudo. Então ela explode em risadas e diz
que ela só estava brincando, e de
repente ela parece ser uma pessoa
diferente. Amy está com um ótimo
humor hoje. Ela não está vestindo a
expressão atormentada de sereia sinônimo dos vídeos do Evanescence
ou espartilhos vitorianos ou roupas
góticas de bailarina. Em vez disso, ela
está usando um sorriso, escorrendo
níveis intimidantes de confiança e
está vestido com o tipo de roupa que você esperaria ser arrancada de uma
revista de moda de alta qualidade. Ela
carrega essa aparência após a noite
que ela acabou de ter que é um
pequeno milagre. “Eu estava acordada fazendo um
pouco de raciocínio profundo até às
5:30 dessa manhã”, ela diz entre os
goles de chá preto. O que você estava pensando? “Fiquei
imaginando coisas e pensando sobre
minha família e meus avós”, ela diz
suavemente. “Como eu sentirei falta
deles quando eles morrerem. Eu só
penso em tudo. Passei quatro ou cinco horas noite passada só
processando.” Como um exercício mental rigoroso
provavelmente não era a melhor
maneira de superar um vôo
transatlântico ou se preparar para um
turbilhão de coletivas européias, mas
ela diz que se sente muito melhor com isso. Nesta manhã, contudo, ela está
processando outra coisa – algo muito
empolgante. Depois de uma ausência
de quatro anos, o Evanescence está
finalmente de volta com seu álbum
auto-intitulado tão aguardado. Desde que explodiram do nada (mais
conhecido como Arkansas) em 2003
com Bring Me to Life, Evanescence se
tornou uma das maiores bandas de
rock da face da terra da noite para o
dia. Embora os críticos de música os jugaram prematuramente como
‘Linkin Park com uma vocalista’, isso
não parou o seu álbum de estreia
Fallen de 2003 de vender mais de 15
milhões de cópias. Na verdade, o
álbum de estreia do Evanescence superou praticamente todos os
álbuns lançados naquele ano. O
segundo álbum, The Open Door de
2006, vendeu milhões também.
Então, no final de 2007, a turnê
acabou e Evanescence apenas… desapareceu. Então onde é que eles estavam? E,
talvez o mais importante, aonde eles
irão depois? Amy está sozinha hoje –
o resto da banda está fora da
imprensa – mas ela tem respostas. E o
Evanescence tem a chance de conquistar o mundo mais uma vez. Tem uma música no novo álbum
chamada Lost in Paradise. Que lembra
as músicas de piano como My
Immortal e Good Enough, Amy canta
‘I have nothing left’ antes de entregar
a linha assombrosa ‘We’ve been falling for all this time / And now I’m
lost in paradise / Alone and lost in
paradise
Ela vem como uma surpresa ao saber
que esta música descreve a posição
de que Amy se encontrou a partir do
final de 2007 em diante. Afinal, The
Open Dorr marcou um novo início
triunfante depois de alguns anos tumultuosos. Enquanto a banda tinha
atingido todos os seus maiores
sonhos com Fallen, eles também
passaram por um monte de brigas. (…) “No final da turnê, eu só queria ser
aninhada, se casar e ser normal e não
ter minha vida centrada em torno de
mim e Evanescence”, ela explica com
um suspiro suave. “Minha vida inteira
foi centrada em ser ‘a garota do Evanescence’ e tudo isso se envolveu
desde o meu colégio. Ela disse que estava muito feliz, e
queria estar feliz o tempo todo. Era
hora de fazer uma pequena pausa.
“Eu tive uma conversa com o resto da
banda”, ela lembra. “Eles sabiam.
Estávamos falando sobre isso nos seis meses que antecederam o final de
2007. Era um caso de ‘Quando isso
acabar, eu só quero fazer as nossas
próprias coisas por um tempo. Talvez
para sempre’.” Exatamente assim, o batimento
cardíaco do Evanescence congelou.
Amy Lee atravessou a sua Porta
Aberta e então fechou isso
firmemente por trás dela. Evanescence pode ter entrado no
esquecimento, mas Amy Lee não. Com
a banda em estase, ela finalmente
teve uma chance de redescobrir
quem ela era fora dessa banda e
descobrir o que ela realmente queria. Desde que ela estava no colegial, toda
sua vida foi para o Evanescence e isso
significa que ela não era mais apenas
a velha Amy Lee – ela pertenceu a sua
banda, sua empresária, sua
gravadora e aos milhões de fãs do Evanescence pelo mundo. “Eu não diria que eu estava
depressiva, mas eu tinha que puxar o
plug”, ela diz do que estava passando
na sua mente. “Eu tinha que me
afastar do Evanescence em grande
estilo, como se eu nunca fosse fazer nada no Evanescence de novo. Isso
foi tão bom pra minha cabeça por que
eu precisava me sentir não
completamente definida [pela banda].
É uma parte muito legal de mim, mas
não é tudo – toda sua vida sendo consumida por um projeto é um
grande compromisso.” O que ela fez? Ela foi pra Nova York e
ficou parada. “Obviamente eu tinha que ter um
trabalho,” ela sorri. “Comprei uma
casa, decorei minha casa, fiz todas as
cortinas. Eu tenho dois gatos, fiz um
show de harpa e saí com amigos e
família.” Sim, isso mesmo. Show de harpa
particular, Amy provavelmente não
tem vivido uma vida muito distante do
que ela era nesses últimos anos. Foi
uma tentativa nobre e nescessária de
novamente herdar sua própria identidade uma vez que a fama e
imagem publicam começou a borrar
seu contorno. Mas se uma coisa está
muito clara de falar pra Amy, é que ela
é uma artista que ama a música, ama
fazê-la e ama falar sobre ela. Então é fácil de entender o porquê de sua
tentativa de ser ‘normal’ foi
condenada. Por que Amy Lee não é
normal. Ela pode ter querido ser –
mais tarde na nossa entrevista, ela
insiste que ela é apenas uma pessoa normal – mas ela não é. Não é bem
assim. Ela é uma artista numa banda
de rock que vendeu milhões e ela
precisava fazer música novamente. E,
privadamente, fora do radar, é
exatamente o que ela fez, ela fez o que ela carinhosamente descreve
como algo que foi “um álbum meio
solo, meio Evanescence”. Embora ela
adore essas músicas com inspirações
eletrônicas, contudo, havia um
problema. “Isso foi muito importante para mim,
primeiro deixar de ser aquela mesma
coisa de novo e de novo, mas em
certo porto no caminho, descobri que
não estava completo”, ela diz. “Como
se houvessem duas metades e eu tinha que escolher entre a minha
própria coisa ou voltar e fazer outro
álbum do Evanescence.” Então veio à revelação. “Eu percebi que o Evanescence foi
real pra mim, aquilo não havia nada
do que fugir.” E foi assim que, pela primeira vez em
anos, uma batida de coração quente
soou pra fora do corpo congelado do
Evanescence. Evanescence – que é Amy, Terry, Troy,
Tim e Will – foram para Nashville,
Tennessee em abril desse ano, onde
eles começaram a gravar o álbum.
Vivendo juntos num apartamento do
estilo de dormitório de faculdade, eles pegaram tudo de onde eles pararam
e começaram a trabalhar nas músicas
com o super produtor Nick
Raskulinecz. Pela segunda semana de
julho, eles terminaram. Combinando
os hinos do Fallen com a delicadeza artística de The Open Door, essa foi
uma reintrodução imensamente feita
para o mundo. Falando em
reintroduções, Amy insiste que é uma
coincidência o refrão do seu primeiro
e principal single What You Want começando com as linhas: “Hello,
hello, remember me?” – o ‘eu’ é na
verdade entendido pra representar o
“caos”. É uma música que Amy
descreve como tão “audaciosa” que a
sucumbe.
Ainda assim, quando você considera
que ela passou a maior parte da
carreira do Evanescence dissecando
corações partidos e vidas ao invés de
rachar de rir, vale a pena perguntar se
o seu novo estado de felicidade na vida/material/banda realmente
descarrilou sua criatividade? “Não”, ela diz confidentemente,
afiando seus olhos. “Ouvir o álbum é
como escrever meu diário. As pessoas
pensam que o que eles vêem por fora
é toda a história – mas não chega
nem perto! Estou felizmente casada, mas isso não significa que eu não seja
um ser humano normal com todos os
tipos de ...
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