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linkin park a thousand suns - Newest pictures
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†₪† Resenha Linkin Park A Thousand Suns & O novo L

Sei que sou um tanto quanto suspeito para opinar sobre o Lp,afinal é minha banda favorita,mas serei imparcial...bom,passei um longo período avaliando o álbum e a trajetória da banda,para ter o direito de falar algo a respeito do polêmico álbum...Quem não se lembra da banda que,no início do século representava o peso do Rock mainstream estadunidense com o controverso rótulo de New Metal,que depois de um hiato e projetos paralelos de integrantes(Chester com a banda Dead By Sunrise e Mike com o Fort Minor) voltou com um estilo totalmente diferente e com um Chester declarando ódio ao New Metal,ganhou uma nova legião de fãs (ou outra de ex-fãs) voltou aos estúdios em 2008 e ficou por lá trabalhando por dois anos em um álbum conceitual...bom,hora de analisarmos o trabalho dos rapazes da Califórnia:
logo de cara já se percebe a atmosfera eletrônica,sombria e apocalíptica do álbum em "The Requiem" a faixa,que traz traços de Catalyst ("Deus salve a todos nós quando queimarmos dentro do fogo de mil sóis...") funciona como um tipo de profecia,ao que está para acontecer...Mike canta com uma voz feminina,soando como uma doce fim...logo depois vem "The Radiance" outra Intro que traz a voz do físico criador da bomba atômica em versão digamos robotizada...agora,depois de batida de um coração temos a primeira faixa de verdade e o primeiro grande momento do álbum com a balada "Burning In The Skies" que traz um piano,acordes simples de guitarra e uma mensagem sobre a culpa da raça humana por sua desunião,seus erros e principalmente as consequências...isso se aplica em uma guerra atômica,um desastre natural ou qualquer dano acarretado ao nosso planeta,afinal vivemos nele,logo somos responsáveis pela vida...( perdão pela redundancia...)
os vocais de Mike estão muito bons nessa música,Chester está extremamente melódico,e as duas vozes parecem mais uma vez se completar,é uma boa música,sua instrumental pode não ser muito complexa,mas Mr.Hann faz muito por essa música,uma das mais abstratas do álbum...
logo,o ambiente se torna totalmente diferente da cena humana da primeira música,hora de ir para o campo de batalha e a Intro "Empty Spaces" faz muito bem esa transição para a "hip-hop" "When They Come For Me" uma faixa com uma percurssão brilhante acompanhada de sintetizadores e Rap de Shinoda que parece não ter os habituais truquezinhos de estúdio do Meteora ou do Hybrid Theory...isso me agrada,além de um refrão simbólico com alguma alusão à música árabe...a letra me remete a um soldado se sentindo perseguido e com extremo ódio...a música se torna ainda mais interessante em sua metade quando Chester entra com um vocal extremamente melódico,suavizando a canção e a preparando para seu auge e tome as duas vozes em coro no final...
Hora de suavizar as coisas com Robot Boy,música que se resume a um piano,poucos acordes,um sintetizador e...mr hann!o Dj é o maior instrumentista do álbum e comprova isto nesta faixa com total ausência de guitarras...os vocais de Mike e Chester somados predominam na faixa,e em sua segunda fase a música se torna mais intensa e Chester harmoniza...vejo ai uma dificuldade para tocá-la ao vivo,já que Chester ao harmonizar deixaria o vocal principal por conta de Mike e Phoenix e isso não soaria como em estúdio...os vocais cadenciados são uma atração à parte nesta faixa...a letra parece falar sobre alguém cansado de lutar e tentando encontrar forças para seguir adiante perante o fim...uma crítica à passividade humana,em especial ao jovem americano,comparado à um robô...
Mais uma Intro,"Jornada Del Muerto" que carrega o nome de um lugar vítma de ataques nucleares traz Mike falando em Japonês o trecho final de "The Catalyst" o ar de profecia parece ainda mais agudo que "The Requiem"...acredito que as frases em Japonês remetem a algo acontecido aos antepassados de Shinoda...a melhor intro do álbum para mim,um momento de desespero e forças esgotadas...o final da faixa lembra uma explosão nunclear,e traz um traço de esperança para voltar à passividade em "Wating For The End" segundo grande momento do álbum...a música parece um divisor de águas entre o conformismo e a esperança...entre a desistência e o direito de lutar...os Riffs de guitarra iniciais enganam fãs old school,já que é uma faixa extremamente complexa e por vezes experimental,o Rap de Shinoda parece diferente,e genial,uma descrição perfeita da reação das pessoas em qualquer desastre a nível global:se agarram à algo invísivel(uma crença ou talvez a própria sorte) e o vocal de Chester que começa entregando os pontos e se torna cada vez mais esperançoso tornam essa faixa ainda melhor,aqui vemos o lado true da sua voz,sua essência melódica,tão contestada pelos fãs old school...uma das poucas que tambem podem ser ouvidas separadamente...bom,depois de tantos sentimentos juntos,a sanidade se compromete,e essa paranóia se resume a "Blackout" o que me chama a atenção nessa música?o fato de Chester cantar com ódio e berrar intensamente mas tendo ao fundo um acompanhamento de uma melodia feliz!isto torna a canção extremamente confusa...e a parte final parece ser indecifrável...mas também,a música é sobre paranóia,sobre desespero e o final de Shinoda provoca algo como um "louco tranquilo" só achei que o scream de Chester "aproveitado" por Mr.Hann não foi uma boa escolha...visto que em lives ficou algo meio futurista demais...gostei do berro de Chester,nunca o considerei um screamer,apenas um vocalista que usa vocais rasgados e berros para ornamentar algumas música...bom,de volta ao álbum,agora,após discurso de Mário Sávio temos a pesada "Wretches and Kings" com uma digamos menção subliminar ao Public Enemy em sua sonoridade...um Rap de Shinoda com uma base industrial Riffs agressivos e Chester com um refrão bem sujo,a faixa menos espiritual e mais racional do álbum,com uma letra contra o abuso do poder por máquinas e pelo homem...logo após temos um discursso Robotizado de Martin Luther King em "Widsow,Justice and Love" o discurso em si não me agrada,mas a maneira como o "robô" que o diz vai morrendo aos poucos dizendo "Sabedoria,Justiça e Amor" tornam essa Intro interessante...logo após a "morte" do robô temos a bela "Iridescent" que assim como "Wating for The End" transita entre um momento e outro,traz uma bela descrição do desespero se tornando esperança e,com o perdão do trocadilho é de uma Iridescência assombrosa...o Coro e a parte crescente no final a tornam um hino emocionante para ser tocado em estádios...após a esperança vem o medo em "Fallout" a Intro se lembra da destruição anunciada em Burning In The Skies mas com uma voz robotizada muito mais sombria,mostrando a real face daquela mensagem,seguido pela épica "The Catalyst" uma música que,apesar da ausência de Riffs distorcidos,traz uma agressividade bem visível nos vocais tanto de Mike quanto de Chester,e aliás que belo jogo de vozes!típico de quem canta junto há mais de 10 anos...uma canção extremamente apocalíptica,transitando entre durante e depois do fim...o final do A Thousand Suns em si...logo após vem "The Messenger" uma faixa totalmente fora do conceito do álbum...daí pode se ver a diferença entre Mike e Chester como compositores...uma canção simples,apenas uma guitarra simples e Chester chegando ao limite de seus agudos,mostrando lampejos do ex-vocalista do Grey Daze que lembrava em parte o Grunge...
RESUMO:Um álbum um tanto quanto estranho para fãs antigos,mas para quem aceitou o Minutes To Midnight,será fácil também dar uma chance a ele...não vejo uma instrumental mais refinada,vejo apenas músicas mais maduras e um Mike mais evoluído...mas e Chester?bom,ele evoluiu por necessidade...sua voz não é mais a mesma de 10 anos atrás...não acho que tenha ficado mais potente,apenas menos suja...não que isso seja ruim,achei uma decisão sensata,já que aqueles agudos soavam bem,mas convenhamos que aquela voz não é para ele, o Chaz Clean me parece mais sincero...nota-se o quanto a banda depende de Joe Hann para tornar as músicas mais complexas,a instrumental é limitada, Brad é extremamente básico,prefiro Mike nos teclados e no excelente backing vocal do que na guitarra básica,o Rob tem suas limitações e o Phoenix ainda se salva,não chega a ser um Flea ou um Shavo,mas tem uma boa marcação... mas o Joe é incondicionalmente o melhor instrumentista da banda..as letras são mais de Mike do que de Chester,algo mais universal e menos pessoal...um bom álbum,mas feito para ser único,assim como Hibryd Theory,é superior ao Minutes to Midnight como álbum,já que suas faixas se justificam mais,mas não como um conjunto de músicas...
Bom,não gostei tanto dos discursos políticos,por que alguns descaracterizam o álbum...acharia melhor citações feitas pelo próprio Mike,que por sinal é um gênio...o álbum começa em "The Requiem" e termina em The "Catalyst"..."The Messenger" é uma faixa totalmente a parte,a intenção nunca foi contar uma história sobre guerra,apenas um álbuns que fosse mais humano e inconsciente,a guerra atômica é um caminho
do álbum que é um verdadeiro labirinto mental...
músicas como "The Catalyst" e "Blackout" fazem valer o discurso de Chester de ser agressivo sem ser previsível enquanto "Iridescent" mostra um outro lado ou a face atual de sua versátil voz...uma obra-prima única,assim como o Hibryd Theory,não daria certo lancar qualquer um deles novamente,agora é esperar o que nos reserva o próximo trabalho de estúdio do sexteto californiano...


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