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:: A Maldição dos Três Amantes :: ll=ll

:: Realidade Ou Apenas Mito :: ll=ll

O chamado "Mistério do Museu do Cairo" permanece inexplicado. Em 1988, duas múmias foram roubadas do museu, e jamais recuperadas. O inspetor de polícia Nabil Barakat guarda até hoje uma coleção de recortes de jornais em uma caixa de sapatos. De tempos em
tempos, Barakat relê esse arquivo de informes repetitivos, insuficientes. Ainda tentando encontrar um fio de ligação, uma pista que leve ao paradeiro das múmias. Sua mente lógica de policial não pode aceitar que uma lenda do Antigo Egito seja a única
solução do quebra-cabeças.

DESCOBERTA TUMBA DA PRINCESA SIRASHEPSUT

EGITO- O egiptólogo inglês Herbert George Doyle anunciou ontem a descoberta de um novo sítio arqueológico no oásis de El Kamit, a 160 km do Vale dos Reis. O local foi mantido em segredo por dois anos para evitar a pilhagem de ladrões de tumbas. A primeira
câmara funerária a ser aberta guardava a múmia da princesa Sirashepsut, que viveu na era do faraó Sesóstris III (cerca de 1.800 a. C.). "É a múmia mais linda que já vi", declarou Doyle. "Seus olhos impressionantes: parecem vivos." segundo Doyle, uma lousa
funerária na entrada da tumba parece confirmar uma velha lenda: Sirashepsut foi morta por seu próprio marido, o príncipe real Menkharenops. "Isso está de acordo com a história contada em um antigo poema chamado Canção de amor e morte", disse Doyle. A bela
princesa Sirasheprut apaixounou-se pelo escriba e poeta Ramaduk, homem sem linhagem nobre. Apanhados em flagrante por Menkharenops, foram punidos com morte imediata. A descoberta da tumba vem conferir veracidade à lenda de Sirashepsut, cuja existência
parecia ter sido "apagada" dos registros históricos. A múmia do príncipe Menkharenops pertence ao acervo do Museu Britânico desde 1938.

MUSEU DO CAIRO RECEBE MÚMIA DE SIRASHEPSUT

EGITO- O diretor do Museu Histórico do Cairo, Ismail Matuck, inaugurou ontem o Salão Real de Sirashepsut, princesa egípsia do Médio Império (cerca de 1.800 a. C.). A múmia ficará exposta em uma câmara de vidro. "Sirashepsut era famosa por sua beleza",
informou Matuck. "Mesmo hoje, seus olhos parecem vivos." O diretor considerou que Sirashepsut deve tornar-se uma "atração para os visitantes". E afirmou que o Museu Britânico deveria restituir ao Egito a múmia do príncipe Menkharenops, esposo de
Sirashepsut. "Já é tempo de reunir os dois cônjuges. O casal real é um patrimônio cultural do Egito", declarou.

DESCOBERTA DE MÚMIA CONFIRMA LENDA MILENAR

EGITO- O egiptólogo inglês Herbert George Doyle anunciou novas descobertas no oásis de El Kamit, a 160 km do Vale dos Reis. "Encontramos a tumba do escriba e poeta Ramaduk, que viveu na época do faraó Sesóstris III", informou Doyle. Ramaduk é personagem
do poema Canção de amor e morte, que narra sua paixão pela princesa Sirashepsut, esposa do príncipe real Menkharenops, conhecido como "o bravo caçador de leões". Quando Menkharenops partia à caça de leões, os amantes se encontravam no oásis de Akkereth.
Denunciados ao príncipe por um escravo de nome Uzufizare, foram surpreendidos e mortos por Menkharenops em um acesso de fúria. Ramaduk teria sido decapitado, desmembrado e atirado ao deserto, "aos leões, chacais e abutres", mas seus restos sangrentos
foram recolhidos pelo sacerdote Nebneptah, seu fiel amigo e protetor, que reconstituiu e embalsamou seu corpo. "A Canção diz que Ramaduk dorme sob as areias do deserto, sonhando com o momento de reencontrar seu grande amor", disse Doyle. "Agora, esse
momento chegou. Os dois amantes logo estarão juntos". A múmia de Ramaduk será encaminhada ao Museu do Cairo, onde ficará exposta no Salão real, ao lado de sua bem-amada Sirashepsut.

CASAL DE MÚMIAS É ATRAÇÃO ROMÂNTICA DO MUSEU DO CAIRO

EGITO- O diretor do Museu Histórico do Cairo, Ismail Matuck, informa que as múmias da princesa real Sirashepsut e do escriba e poeta Ramaduk estão atraindo "verdadeiras multidões de visitantes". O casal lendário é tema de um poema de autor desconhecido,
Canção de amor e morte, escrito no fim do Médio Império (cerca de 1.780 a. C). O poema narra a paixão e morte de Ramaduk e Sirashepsut, assassinados pelo príncipe Menkharenops, marido da princesa. A lenda é conhecida como "A Maldição dos Três Amantes".
Matuck reivindica agora que a múmia do próprio Menkharenops seja devolvida ao Egito pelo Museu Britânico, Sir Jeremy Hieronymus, ironizou a pretensão de Matuck: "Reunir os três novamente seria muito arriscado. Ele nunca ouviu falar na Maldição dos Três
Amantes?".

RAIOS- X REVELAM MUTILAÇÃO DE MÚMIA

EGITO- O diretor do Museu Histórico do Cairo, Ismail Matuck, informa que exames de raios- X realizados na múmia do escriba e poeta Ramaduk comprovam que o corpo foi decapitado, desmembrado e submetido a "extraordinárias cirurgias" antes de ser
embalsamado. "A descoberta confirma a lenda narrada no poema Canção de amor e morte", declara Matuck. Por ser amante da princesa Sirashepsut, Ramaduk foi morto e mutilado pelo marido da adúltera, o príncipe Menkharenops, cuja múmia se encontra no Museu
Britânico. "Só falta agora que os ingleses nos devoltam a múmia de Menkharenops, tirada de nós em 1938. Os Três Amantes são um patrimônio cultural do Egito", afirma o diretor.

INGLATERRA DEVOLVE MÚMIA DE MENKHARENOPS AO EGITO

LONDRES- O diretor do Museu Britânico, Sir Jeremy Hieronymus, anunciou ontem que a múmia do príncipe Menkharenops será enviada ao Museu Histórico do Cairo na próxima semana, atendendo a uma solicitação feita há dois anos pelo Ministério da Cultura do
Egito. Esposo da lendária princesa Sirashepsut, e conhecido como "o bravo caçador de leões", Menkharenops viveu no Médio império (cerca de 1.800 a. C), sob o faraó Sesóstris III. Segundo um poema milenar, Canção de amor e morte, de autor anônimo,
Menkharenops foi traído por Sirashepsut com o escriba e poeta Ramaduk. Alertado por seu escravo Uzufizare, Menkharenops matou os amantes e dilacerou o cadáver de Ramaduk. A lenda é conhecida como "A Maldição dos Três Amantes". Juntamente com a múmia,
o Museu Britânico devolverá a espada e o punhal encontrados na tumba de Menkharenops, no Vale dos Reis, em 1937.

CASAL DE MÚMIAS DESAPARECE DO MUSEU DO CAIRO

EGITO- As múmias da princesa Sirashepsut e do escriba e poeta Ramaduk foram roubadas do Salão Real do Museu Histórico do Cairo na noite de ontem. "Apenas uma noite depois da chegada da múmia do príncipe Menkharenops, marido de Sirashepsut, finalmente
devolvido ao Egito pelo Museu Britânico", lamentou o diretor do museu Ismail Matuck. Para espanto da polícia, os ladrões também decapitaram e desmembraram a múmia de Menkharenops, usando a própria espada que pertenceu ao príncipe. "É um ato de vandalismo
revoltante. Além de profanar um cadáver, os criminosos multilaram uma relíquia histórica milenar, um patrimônio cultural do Egito", protestou Matuck.
Entretanto, os ladrões deixaram a espada e o punhal de Menkharenops, altamente valiosos, cravados no peito da múmia.

MÃO DA MÚMIA SUFOCA VIGIA

EGITO- O vigia noturno do museu, Aziz YussfIzar, foi encontrado morto no Salão Real, aparentemente da parada cardíaca. Porém, um perito da polícia revelou um detalhe sinistro: a garganta de Izar estava obstruída pela mão mumificada de Menkharenops, e por
farrapos de ataduras de sua múmia. "É uma violência inconcebível. O pobre homem tinha uma expressão de terror no rosto", disse Matuck. O diretor ainda externou sua suspeita de que o crime pode ser obra de estudantes tradicionalistas: "Parece uma
brincadeira macabra para alimentar a lenda sobre a ressurreição dos dois amantes, uma coisa de gente insana". Segundo Maduck, o poema antiquíssimo Canção de amor e morte termina dizendo que "os amantes viverão para sempre no oásis da lua azul, a salvo da
cólera do feroz caçador de leões". O inspetor de polícia Nabil Barakat, encarregado das investigações, declarou que os indícios parecem apontar para uma quadrilha internacional de ladrões de relíquias históricas e artísticas.

MISTÉRIO DO MUSEU DO CAIRO VIRA FILME

LONDRES- O cineasta inglês Terry Harrison anunciou que começa a filmar em breve O OÁSIS DA LUA AZUL, com Keanu Reeves e Angelina Jolie nos papéis principais. Trata-se do romance lendário da princesa egípsia Sirashepsut e do poeta Ramaduck, que viveram no
Médio Império, cerca de 1.800 a. C. As múmias desse famoso casal foram roubadas do Museu Histórico do Cairo em 1988, crime que continua sem resolução. "É uma história de amor e ódio que sobreviveram à morte, uma tragédia digna de Shakespeare", disse
Terry Harrison. O elenco inclui Gary Oldan no papel do príncipe Menkharenops, o marido traído, e Antony Hopkins como Nebneptah, o sacerdote amigo e protetor de Ramaduk. Com roteiro do escritor Gore Vital, O OÁSIS DA LUA AZUL será rodado no Egito, em
locações históricas, como o oásis de Akkereth, que teria sido o refúgio dos amantes. Curiosamente, o inspetor de polícia aposentado Nabil ...


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