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Poemas* goticos*-|-*-*-|-*-*-

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ALMAS MORTAS
Passos
Almas Mortas
Vagando no escuro
Condenadas ao destino
De estar neste mundo
Com suas vestes negras
Sem cor
Sem vida
Sem uma história de amor
Ou mesmo de dor
Restos do nada
Rascunhos de Deus
Almas sem rumo
Vagando pela Terra
Andando entre almas
Que nasceram belas
Com vida e amor
Uma razão prá existir
Com o privilégio
De chorar
E ter alguém prá sorrir
Almas mortas
Cheias de ódio
De mágoa e rancor
Ódio da vida
Que nunca se viu
E do vazio
Que o coração sangrando
Sempre sentiu
Sofrendo com a dor
Dizendo com lágrimas
O que a boca calou
Chorando sozinhas
A profunda agonia
De ser
Uma alma morta
Condenada à estar viva
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O LIMITE DA LOUCURA
" Enlouquecer o necessário para ser feliz...
Qual é o limite da loucura?
Quando somos loucos e felizes? E quando passamos o limite da loucura e nos tornamos paranóicamente insanos?
Será a loucura algo sem limite?
Fazer o que se quer, falar o que se sente, beijar e abraçar quando der vontade, chorar quando precisar, sorrir quando sentir e morrer quando tudo se calar...
Serão apenas os insanos felizes?
Tirar as máscaras, arrebentar as correntes, se livrar das cargas, dos medos e ser, apenas ser...
A insanidade pode ter dois lados. Expor seus medos, e ter assim que confrontá-los. Ressaltar à vida uma pitada de coragem e loucura e alcançar uma felicidade alternativa. Ou cair se deparando com a verdade de seu próprio eu e descobrindo o lado doente da insanidade.
Enlouquecer... se despir em frente ao espelho e enxergar profundamente. Ter a coragem de ser insano ou a insanidade de ter coragem de conhecer a si próprio, de se enfrentar e um dia vencer.
Ser louco, ser insano, ser sempre o que se é... ser feliz! "
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LEMBRANÇAS AMARGAS
Como sombras que perseguem
Assim são minhas lembranças
Lembranças amargas
De uma insquecível vida
Suja e insana
Pensamentos maus que intristecem
Um ser sem esperança
Esperança de um futuro
Diferente do passado
Inocência
Momentos puros
Podridão
Coração despedaçado
Se arrepender é meu fardo
Chorar a minha sina
Depois do ato consumado
Aconteceu, não volta mais
Tudo se espalha e contamina
Corro, me escondo na colina
Ela me encontra
Oh, triste vida
O passado antes ausente
Todos os dias se reflete no presente
Alma errônea e insana
Alma perseguida e atormentada
Paz fugida que me abandona
Lembranças amargas na madrugada
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MUNDO NA ESCURIDÃO
Sol que me castiga
Fogo queimando a selva
Pedido de uma garota sombria
Que morra a luz e venha as trevas
Das tumbas levantam as almas
Na escuridão se fortalecem
Dançam, cantam na chuva
Aurora! Todas desaparecem
Lua num céu escuro e estrelado
Deusa da noite que ilumina
Abrace os mortos
Fique ao seu lado
Tome conta de nossos dias
É o fim
Não temas!
Sinta as sombras no seu coração
Da morte nasce a vida
Um mundo sem ilusão
Onde apenas sobrevivem
Os que enxergam a arte na escuridão
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Anjos que choram (Ishtar)
Entre quatro frias paredes
Cela solitária
Aqui apenas mais jovens corpos
Unidos não só pela dor
Mas pelo querer
Ser livre era ser morto
Viver calado
Para nós não é vida
Sobrevivência para muitos
Para os fracos
Surdo pelos gritos
Um querer de respostas
Entre a dor e o sangue
Durante choques
Por toda a fase de temporal
Aqui no céu
Que chorava por seus filhos
Mortos, esquecidos, sumidos
Durante toda a minha estada no inferno
Lutei pela vida
Não apenas por ela
Eu queria poder voar
Mas queriam cortar minhas asas
Por isso esse pássaro morreu
Como muitos
Mas a liberdade brotou por nossas mãos
No escuro jardim do Brasil
Em troca de muitas vidas
Depois da chuva vermelha
Mas há ainda hoje
Os anjos que choram
Por que as marcas são profundas
E nunca serão esquecidas


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