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Oi e a compra da BrT:

Seg, 07 Abr - 14h52

O tão esperado anúncio oficial da reestruturação acionária da Brasil Telecom e do Grupo Oi só deve se concretizar mesmo na quinta-feira ou, mais provavelmente, na sexta-feira. Depois de vários adiamentos, esse é o novo prazo em que os executivos que participam do negócio apostam suas fichas. Essa também é a data que os controladores das duas companhias fixaram como prazo para que os advogados consigam traduzir em contratos todos os acordos verbais fechados até agora. O problema é que eles são muitos.

Desde dezembro, os sócios das duas companhias vêm trabalhando para aparar as arestas e colocar um ponto final nos litígios envolvendo os acionistas da Brasil Telecom e do Grupo Oi, especialmente o Citigroup e o Opportunity. Estão na mesa contratos suspendendo ações judiciais no Brasil, Estados Unidos e Inglaterra. Além disso, segundo fontes, a documentação preparada precisa cobrir pelo menos 11 diferentes operações de compra e venda de participações acionárias nas duas operadoras.

A espinha dorsal do negócio é a venda do controle da BrT para a Oi. Os sócios das companhias começaram em dezembro a trabalhar no desenho da chamada "supertele", empresa que nascerá da reestruturação da Oi e simultânea aquisição da BrT. O valor da compra é estimado ao redor de R$ 5 bilhões. O negócio é tratado pelo mercado financeiro como o mais importante do ano por criar uma empresa que já sai do papel com 29,6% do faturamento total das operadoras de telefonia fixa, celular, banda larga e TV por assinatura no Brasil.

Na semana passada, o mercado financeiro trabalhava com um cronograma que previa o anúncio oficial do acordo para esta quarta-feira. Mas o novo atraso se deve à grande quantidade de documentos sobre os litígios que precisam ser trabalhados. Segundo fontes, nenhum acionista quer abrir mão se segurança nesse processo. Por isso, o negócio só será assinado quando houver a garantia da retirada integral das ações jurídicas. É preciso também assegurar que não foram deixadas brechas para que novos processos sejam abertos no futuro contra algum dos envolvidos na operação.

Mesmo depois de anúncio oficial, o negócio para ser concretizado ainda depende da mudança na legislação do setor e de aprovação pelos órgãos reguladores. Na semana passada, o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Ronaldo Sardenberg, revelou que já foi informado de que a negociação para a compra da Brasil Telecom pela Oi está para ser concluída. Sardenberg participou de uma reunião com o ministro das Comunicações, Hélio Costa, para tratar de mudanças no marco regulatório da telefonia fixa e no Plano Geral de Outorgas (PGO). Essas alterações estudadas pelo governo viabilizariam a compra da BrT pela Oi.


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